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@Índia – Parte I

Author // Juliana Fialho
Posted in // Sem categoria, Viagem

Depois de Dubai, partimos ao último destino, e para mim, o mais incrível, à Índia. Por isso vou dividir em partes, e vou falar um pouco de cada dia. É uma explosão cultural tão grande, tão interessante, que quero dividir um pouco com vocês. Logo que chegamos em Delhi, a capital do país, fomos ao Hotel (Metropolitan Hotel) descansar um pouco, tomar um banho, para sair para jantar em algum lugar. Esse “algum lugar” foi maravilhoso, começamos muito bem nossa estadia na Índia. O restaurante fica no hotel Shangri-La`s, o nome é 19 Oriental Avenue. Além da decoração impecável, o atendimento maravilhoso e a comida de “lamber os beiços”. Na Índia, encontramos os melhores restaurantes da viagem. Fiz várias pesquisas antes de ir, e todo dia a gente conhecia um local da minha listinha. Voltando a falar de hotel, quem quiser ir à Índia, tem que ficar perto da Connaught Place, é o melhor local. Você não vê sujeira, nem tanta confusão como em locais mais distantes, como os arredores de Old Delhi.

No outro dia acordamos 5:00a.m. para ir à Agra, visitar o Taj Mahal (são quatro horas de viagem). No caminho dos deparamos com algumas paisagens não muito bonitas. Apesar de todo o luxo dos hotéis, dos restaurantes, grande parte da Índia é assim, como na foto abaixo. Mas é um país que oferece tanta cultura, tantos locais deslumbrantes (e são vários mesmo), que vale a pena por tudo de bom que eles nos oferecem em dobro. Lembrando que essa foto foi tirada no caminho de Delhi para Agra. New Delhi não é assim (explico melhor nos outros posts).

A vaca, animal sagrado para os hindus, está em todos os locais. O cardápio indiano é maravilhoso! Tem muita opção vegetariana, muita mesmo. Muitos legumes e verduras tão temperados, tão suculentos, que dá água na boca. A maioria dos hindus são vegetarianos, muito legal. Quando a gente fala vegetariano, exclui da alimentação todo tipo de carne animal. Muita gente acha que vegetariano é aquele que não come carne vermelha, não é isso!

Lá eles quase não usam retrovisor, se baseiam na buzina. “HORN PLEASE”, ou seja, buzine por favor. Eu quase morri de rir quando vi todos os carros e caminhões com esses avisos.

A família típica indiana:

Chegando no Taj Mahal, fiquei desesperada para tirar mil fotos ainda no portão. Sim, tudo isso abaixo é apensas o portão de acesso ao Taj Mahal.

Adorava bater foto de indianos em suas posições preferidas, eles adoram ficar assim como essa senhora e o homem ao seu lado (ele está pela metade, hahaha). Eles também amam ficar de “cócoras”. Eles são muito parecidos comigo, também adoro ficar assim! Eu fui indiana hindu em outra vida certeza, me identifiquei demais com eles.

Eu e my love em pose para a foto que todos DEVEM tirar, em frente ao LINDO/MAGNÍFICO/ESPLÊNDIDO Taj Mahal.

A história do Taj Mahal todo mundo já conhece né? Mas não custa nada relembrar. O Taj Mahal nada mais é do que um mausoléu construído pelo imperador Shan Jahan para sua esposa favorita chamada Mumtaz Mahal, que morreu dando a luz ao seu décimo quarto filho. Todo feito em mármore branco, levou 22 anos para ser construído. Logo após a morte do imperador Shan Jahan, seu corpo foi sepultado no Taj Mahal ao lado de sua esposa. Lindo né? Por isso é tão romântico.

Eu e meus amigos indianos descansando um pouquinho:

Foto clássica:

Existem duas mesquitas (vocês devem se perguntar, mesquitas? Eles eram muçulmanos? Sim. O Império Mongol era muçulmano) nas laterais do Taj Mahal. Uma é uma mesquita real, olhando para Meca, outra é uma réplica para não quebrar a perfeita simetria do monumento. A única ruptura da simetria perfeita do Taj Mahal, é o túmulo do Imperador Mongol Shan Jahan, que está ao lado de sua amada esposa.

Essa foto é a vista ao contrário, de costas para o Taj Mahal, olhando para o portão:

A gente não tirou foto lá de dentro porque é proibido. ;// Mas é pequeno e bem simples. Lindo mesmo é por fora.

Depois fomos visitar o Red Fort de Agra, o mais famoso do país. Os “Red Forts” eram os palácios fortificados dos imperadores. Tanto Agra (que foi capital por um tempo), como Delhi tem um Red Fort. Tem esse nome por serem feitos de pedra arenosa rosada. Muito lindo!

Na parte interna, uma parte do complexo:

Caué com nosso guia Rajid. Ele é maravilhoso, fala espanhol perfeitamente bem, além de inglês lógico (para quem não sabe, inglês é a língua oficial da Índia). Sabe tudo sobre todas as religiões, muito sobre história e explica tudo muito bem e com muita calma. Ele ficou comigo e com o Caué todos os dias. Quem quiser contato dele, falem comigo.

Do Red Fort, dá pra ver o Taj Mahal. DIzem que Shan Jahan, doente, morreu no Red Fort (exilado, por motivos de briga familiar) olhando para o Taj Mahal. E que todos os dias antecedentes a sua morte, Shan Jahan passou olhando pela janela o monumento.

Alguém reconhece a foto abaixo? É o fundo do blog. Sempre soube que iria usar essa foto. É de um teto do Red Fort.

Na saída, nos deparamos com um grupo de turistas budistas cantando um Mantra da sua religião. Foi muito inesquecível esse momento, tenho tudo filmado, depois coloco aqui.

Mulheres indianas, muito coloridas, alegres, adorei esse astral. Esse povo é muito feliz!

Gostaram da Parte I? É tão linda a Índia né? Que saudade!

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Comments (1)

  • 17 de julho de 2012 at 1:36 |

    […] in // Sem categoria, Viagem Como estava  comentando no post passado da Índia com vocês (ver aqui), falar do país em um só post seria impossível, pelo menos pra mim. A explosão cultural […]

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