Posts Tagged ‘Índia’

out
09

Look com lenço

Boa noite! Hoje meu look é com lenço, amo lenços. Aqui em Fortaleza, não vejo muita gente usando, não sei porque. Eu adoro, acho super charmoso. Estou numa fase apaixonada por esse meu lenço, a cor é a cara do verão, deixa o look tão leve. Ele também me traz lembranças da minha viagem maravilhosa à Índia, comprei em Agra, cidade do Taj Mahal. A blusa e a saia não são novidade por aqui, sempre repito as peças que amo. Vocês aprovam look com lenço? Usariam? Ou não?

Blusa e saia: Produção

Lenço: Comprei na Índia

Bolsa: Prada

Sapatilha: Schutz

Forte lembrança de uma viagem maravilhosa e de um país que me apaixonei, a Índia. É tão bom andar vestida com um pedacinho de lá.

Gostaram?

jul
25

@Índia – Parte III

Eba, finalmente a parte III da Índia saiu. E é uma parte bem interessante. Hoje não vou falar sobre o Hinduísmo. Visitamos a mesquita muçulmana Jama Masjid e o templo Sikh Gurudwara Bangla Sahib.

A famosa Jama Masjid é a maior mesquita Indiana. Fica localizado na chamada Antiga Delhi, Old Delhi. Fui recepcionada por esse charmoso senhor que nos obriga a ficar descalços e colocar uma roupa “bem cheirosinha” para cobrir braços, pernas, colo, TUDO, hahaha. Confiram nas fotos abaixo o charme que eu fiquei.

Como a Índia é um país que tem quase 50% da sua população vivendo na miséria, muita gente escova os dentes, lava cabeça, braços, rosto nessa fonte:

Sobre o Islã quase todo mundo sabe um pouco, apesar de ainda gerar algumas dúvidas. Rajid, nosso guia super paciente, nos explicou detalhe por detalhe. Não dá para explicar tudo por aqui, pois iria até ficar cansativo, mas vamos aqui resumir um pouco. Islão, Islã ou Islamismo é uma religião abraâmica; ou seja, origem em Abraão, como o catolicismo; baseia-se no livro sagrado Corão ou Alcorão, e tem como último discípulo profeta de Deus, Maomé. Muita gente quer comparar o Islã com o Catolicismo para entender melhor a história, e acaba fazendo certas comparações que não se encaixam. Bíblia e Alcorão, são os livros sagrados de cada religião, ok. Mas comparando Maomé a Jesus Cristo, não tem nada a ver! Para os muçulmanos, Maomé foi o principal profeta, veio ao mundo pregar a palavra de Deus, e deixou vários ensinamentos a serem seguidos. Para o catolicismo, Jesus Cristo faz parte da trindade divina, “O Pai (Deus), o filho (Jesus) e o Espírito Santo”. São três em um só. Meu guia, Rajid, admitiu não entender como uma religião que é baseada em uma trindade é monoteísta. Enfim, continuando a falar sobre o Islã, nunca tinha entendido, nem estudado, sobre a diferença entre Sunita e Xiitas, as duas principais linhas que dividem os muçulmanos. A gente só pensa assim: os Sunitas são os legais, os Xiitas são os radicais, que sempre querem guerra. A diferença é que os Xiitas acreditam que o genro de Maomé, Ali, foi seu sucessor. E os Sunitas acreditam que Abu, seu amigo e fiel seguidor foi o seu sucessor. Começou daí, o resto é muito longo para contar aqui. Mas para quem tem curiosidade, é bem interessante.

   *Lembrando toda mesquita deve ser voltada à Meca. Lugar sagrado da religião.

Foto da vista do Jama Masjid para a Old Delhi, uma confusão só:

Depois de “largar” aquelas roupas “lindas e cheirosas”, fomos passear de bike no meio da confusão de Old Delhi, o passeio é incrível, todos DEVEM fazer esse passeio, eu amei!

Depois de conhecer TODA  a confusão dessa parte da cidade, voltamos para New Delhi, para visitar o local onde parte das cinzas de Gandhi estão guardadas. A outra parte foi lançada no rio Ganges. Tentei tentei não sorrir na foto, afinal não é momento nem adequado, mas fiquei com essa cara de “estou com coentro no dente e não posso sorrir”, hahaha.

Depois fomos visitar o templo Sikh de Delhi. Passamos horas conhecendo as tradições da religião. Nosso motorista, que está ao meu lado na foto, é Sikh e adorou nossa parada no local. O Sikhismo é uma religião que surgiu contra a divisão de castas do Hinduísmo.  Como eles condenam o sistema de castas, todo templo Sikh têm um salão enorme para todos os dias oferecer almoço para todos as classes sociais e todas as religiões. Nós visitamos a cozinha, onde todos são voluntários, e acompanhamos todo o almoço, é muito legal, muito interessante, amei! Os seguidores da religião não são identificados por sobrenomes, que remete muito as castas indianas, e sim pelo seu nome próprio. Usam como “sobrenome”Singh para os homens, que significa Leão, e Kaur para mulheres, que significa Princesa. Se eu fosse uma mulher Sikh, meu nome seria Juliana Kaur, e não Juliana Fialho, hahaha. A religião foi fundada pelo Guru Nanak, que nasceu no norte Índia, perto do Paquistão. É uma “mistura” do Islã com o Hinduísmo. Eles acreditam em um só Deus, que não tem forma, e nos ensinamentos dos Dez Gurus do sikhismo, recolhidas no livro sagrado dos sikhs. O Guru Granth Sahib é considerado o décimo-primeiro e último Guru. Na morte do décimo Guru, o mesmo ordenou que o próximo Guru fosse considerado o Guru eterno. Nanak, o criador do Sikhismo, foi o primeiro Guru. Eles usam esse turbante porque não podem cortar nenhum pêlo do corpo, é isso mesmo. Agora imagine seu namorado, sem cortar nenhum pêlo do corpo desde que nasceu, depois de um jogo de futebol, nada legal né? hahahaha. Eles enrolam o cabelo nesse turbante, deve ser cheirooosooo… Então é isso, ninguém quer virar expert em Sikhismo não é? Hahaha.

Então nosso dia foi esse. Depois fomos passear e comprar lembrançinhas para a família. No outro dia, de volta para o Brasil com gostinho de quero mais e mais! Gostaram? O Índia Parte IV vai ser só sobre os restaurantes que fomos. Tudo vale indicar. Beijos!

jul
17

@Índia – Parte II

Como estava  comentando no post passado da Índia com vocês (ver aqui), falar do país em um só post seria impossível, pelo menos pra mim. A explosão cultural continua. No nosso segundo dia, conhecemos 4 locais super interessantes, O templo de Akshardham, O memorial de Gandhi, A tumba de Humayun e por último e completo de Qutb Minar. Não adianta nada falar para onde fui, soltar nomes ao vento, sem falar um pouco de cada local. Então vamos nós:

Começamos o dia em direção ao Templo de Akshardham. Está aberto para visitas a partir de 10a.m., como chegamos um pouco antes, fomos passar o tempo conhecendo um mini templo de Gurus que fica ao lado do Akshardham. Na cultura Hindu, o Guru é considerado uma pessoa com qualidade de um santo que ilumina a mente do seu discípulo, que possui conhecimento transcendental e já alcançou o Moksha (conhecido como Nirvana no Budismo). O Moksha, de uma forma bem prática, é a libertação dos Karmas que acompanhavam sua alma desde vidas passadas. Os Gurus são cultuados e seguidos como os Santos no catolicismo.

Para um mini templo de Gurus, esse não é nada mal! Para falar a verdade, nunca tinha visto nada tão trabalhado, com tantos detalhes, tão rico como esse local (até chegar ao Akshardham). Todo trabalhado em mármore esculpido, o local abriga uma grandeza de detalhes, de arte e de fé.

 

Passamos uma hora analisando a forma de se comportar e de rezar de cada um. Como a foto mostra, só podemos entrar descalços, mas o pé não fica sujo, o mármore é muito limpinho.

Reparem na perfeição:

Notícia não muito boa, no Akshardham não podemos tirar fotos nem filmar, e tudo que posso mostrar da minha máquina à vocês é essa foto que tiramos de longe. Mas por favor, olhem fotos no google aqui, vale muito a pena, foi o local mais lindo que já visitei. Muito mais incrível do que o tão esperado Taj Mahal. Tivemos a oportunidade de participar de uma celebração religiosa durante nossa visita ao templo, foi muito legal, todos sentados no chão (mármore bem geladinho e limpinho), cantando e rezando. Aprendi muito sobre a Trimúti Hindu, os seja, a tripla divindade suprema, compostas pelos deuses Brahma, o criador, Shiva, o transformador e Vishnu, o protetor. O hinduísmo é a religião mais antiga do mundo, e muito rica em cultura. Amei conhecer um pouco mais e de pertinho.


Depois de ficarmos espantados com a grandiosidade do Akshardham, que aconselho a quem foi a Delhi não deixar de ir, fomos conhecer o memorial de Gandhi. É muito interessante, mostra toda sua trajetória, suas lutas e conquistas, sua filosofia, seus pensamentos. Seguimos os seus últimos passos até o local exato onde foi assassinado. Algumas pessoas não sabem, mas Mahatma Gandhi nasceu na Índia. Apesar de ter passado muito tempo fora do país, mas foi lá onde ele nasceu. Cursou direito em Londes, morou na África do Sul de 1981 à 1915 (lutou contra a segregação), só depois retornou à Índia para lutar pela Independência do país. Morreu em 1948 assassinado por um radical hindu, que culpava Gandhi pelo enfraquecimento do novo Governo ao apoiar os muçulmanos do Paquistão. Louco tem em todos os quatro cantos de mundo. Seu corpo foi cremado e suas cinzas jogadas no rio Ganges.


Lembram que comentei aqui que New Delhi não era imunda como as pessoas falavam? Aqui está na foto abaixo, uma típica rua residencial de New Delhi. Lógico que ao redor de Old Delhi não é assim, mas reservando seu hotel perto da Connaught Place, você vai ver isso aí.

Depois do almoço, delicioso por sinal, fomos conhecer a famosa Tumba de Humayun, Imperador Mongol. É como o Taj Mahal, foi construído pela viúva para guardar o túmulo de seu falecido marido, o imperador Humayun. Humayun foi filho de Babur, o grande imperador fundador da dinastia. Seu filho, Akbar, o Grande, foi considerado o maior imperador mongol,  ampliando consideravelmente seu império, e influenciando na arte, cultura e costumes da região.


O sair do complexo do Túmulo de Humayun, me deparei com um encantador de cobras. Nunca tinha visto antes.


E ao chegar no último ponto turístico do dia, Qutb Minar, me deparei com um elefante. Não sabia que em New Delhi iria encontrar elefantes assim. Sei que na cidade de Jaipur, que não visitei, tem muito elefante.

E será que o elefante estava sozinho? Não não! Seu dono estava tirando um cochilo na sua “cacunda“.

Ao entrar no complexo, ficamos admirados com tantas ruínas, tudo tão antigo e tão conservado ao mesmo tempo.

Muito interessante observar os costumes e tradições.

Olhem a riqueza dos detalhes:

Como pode ainda estar assim? Tão perfeito?


Aí está o minarete:

Na Índia existe muito turismo interno, dos próprios indianos do interior ou outras cidades. Então algumas famílias não são acostumadas a ver ocidentais (apesar de me achar a cara de uma indiana). Estava sentada descansando um pouco, quando uma mãe colocou seus dois filhos ao meu lado e pediu para tirar foto. Isso é muito comum, quem for, vai ver. Às vezes, me achava a própria Atriz de Hollywood, hahahaha.

Rajid, nosso guia, e o Caué com o minarete ao fundo.

O bichão (minarete) é bonito né? A foto abaixo mostra perfeitamente.

Eu, Caué e o Minarete Qutb Minar.

Mais uma família pedindo para tirar foto, muito engraçado né? hahahaha.

À noite, depois de um dia super cheio de surpresas, fomos conhecer um dos restaurante da minha listinha (no post passado comentei que já sabia onde queria jantar em cada dia). É o The Qube, no hotel mais charmoso que já vi, The Leela Palace. Vale a pena conhecer qualquer um dos restaurantes do Hotel, todos são maravilhosos, deliciosos e charmosos. O atendimento é maravilhoso! O The Qube, onde jantamos, é todo de vidro com vista para o jardim maravilhoso do Hotel, muito bom! E a comida, espetacular.

Eu toda matuta posando em frente ao lobby.

Essa semana tem Índia Parte III! Espero que estejam gostando!

jul
11

@Índia – Parte I

Depois de Dubai, partimos ao último destino, e para mim, o mais incrível, à Índia. Por isso vou dividir em partes, e vou falar um pouco de cada dia. É uma explosão cultural tão grande, tão interessante, que quero dividir um pouco com vocês. Logo que chegamos em Delhi, a capital do país, fomos ao Hotel (Metropolitan Hotel) descansar um pouco, tomar um banho, para sair para jantar em algum lugar. Esse “algum lugar” foi maravilhoso, começamos muito bem nossa estadia na Índia. O restaurante fica no hotel Shangri-La`s, o nome é 19 Oriental Avenue. Além da decoração impecável, o atendimento maravilhoso e a comida de “lamber os beiços”. Na Índia, encontramos os melhores restaurantes da viagem. Fiz várias pesquisas antes de ir, e todo dia a gente conhecia um local da minha listinha. Voltando a falar de hotel, quem quiser ir à Índia, tem que ficar perto da Connaught Place, é o melhor local. Você não vê sujeira, nem tanta confusão como em locais mais distantes, como os arredores de Old Delhi.

No outro dia acordamos 5:00a.m. para ir à Agra, visitar o Taj Mahal (são quatro horas de viagem). No caminho dos deparamos com algumas paisagens não muito bonitas. Apesar de todo o luxo dos hotéis, dos restaurantes, grande parte da Índia é assim, como na foto abaixo. Mas é um país que oferece tanta cultura, tantos locais deslumbrantes (e são vários mesmo), que vale a pena por tudo de bom que eles nos oferecem em dobro. Lembrando que essa foto foi tirada no caminho de Delhi para Agra. New Delhi não é assim (explico melhor nos outros posts).

A vaca, animal sagrado para os hindus, está em todos os locais. O cardápio indiano é maravilhoso! Tem muita opção vegetariana, muita mesmo. Muitos legumes e verduras tão temperados, tão suculentos, que dá água na boca. A maioria dos hindus são vegetarianos, muito legal. Quando a gente fala vegetariano, exclui da alimentação todo tipo de carne animal. Muita gente acha que vegetariano é aquele que não come carne vermelha, não é isso!

Lá eles quase não usam retrovisor, se baseiam na buzina. “HORN PLEASE”, ou seja, buzine por favor. Eu quase morri de rir quando vi todos os carros e caminhões com esses avisos.

A família típica indiana:

Chegando no Taj Mahal, fiquei desesperada para tirar mil fotos ainda no portão. Sim, tudo isso abaixo é apensas o portão de acesso ao Taj Mahal.

Adorava bater foto de indianos em suas posições preferidas, eles adoram ficar assim como essa senhora e o homem ao seu lado (ele está pela metade, hahaha). Eles também amam ficar de “cócoras”. Eles são muito parecidos comigo, também adoro ficar assim! Eu fui indiana hindu em outra vida certeza, me identifiquei demais com eles.

Eu e my love em pose para a foto que todos DEVEM tirar, em frente ao LINDO/MAGNÍFICO/ESPLÊNDIDO Taj Mahal.

A história do Taj Mahal todo mundo já conhece né? Mas não custa nada relembrar. O Taj Mahal nada mais é do que um mausoléu construído pelo imperador Shan Jahan para sua esposa favorita chamada Mumtaz Mahal, que morreu dando a luz ao seu décimo quarto filho. Todo feito em mármore branco, levou 22 anos para ser construído. Logo após a morte do imperador Shan Jahan, seu corpo foi sepultado no Taj Mahal ao lado de sua esposa. Lindo né? Por isso é tão romântico.

Eu e meus amigos indianos descansando um pouquinho:

Foto clássica:

Existem duas mesquitas (vocês devem se perguntar, mesquitas? Eles eram muçulmanos? Sim. O Império Mongol era muçulmano) nas laterais do Taj Mahal. Uma é uma mesquita real, olhando para Meca, outra é uma réplica para não quebrar a perfeita simetria do monumento. A única ruptura da simetria perfeita do Taj Mahal, é o túmulo do Imperador Mongol Shan Jahan, que está ao lado de sua amada esposa.

Essa foto é a vista ao contrário, de costas para o Taj Mahal, olhando para o portão:

A gente não tirou foto lá de dentro porque é proibido. ;// Mas é pequeno e bem simples. Lindo mesmo é por fora.

Depois fomos visitar o Red Fort de Agra, o mais famoso do país. Os “Red Forts” eram os palácios fortificados dos imperadores. Tanto Agra (que foi capital por um tempo), como Delhi tem um Red Fort. Tem esse nome por serem feitos de pedra arenosa rosada. Muito lindo!

Na parte interna, uma parte do complexo:

Caué com nosso guia Rajid. Ele é maravilhoso, fala espanhol perfeitamente bem, além de inglês lógico (para quem não sabe, inglês é a língua oficial da Índia). Sabe tudo sobre todas as religiões, muito sobre história e explica tudo muito bem e com muita calma. Ele ficou comigo e com o Caué todos os dias. Quem quiser contato dele, falem comigo.

Do Red Fort, dá pra ver o Taj Mahal. DIzem que Shan Jahan, doente, morreu no Red Fort (exilado, por motivos de briga familiar) olhando para o Taj Mahal. E que todos os dias antecedentes a sua morte, Shan Jahan passou olhando pela janela o monumento.

Alguém reconhece a foto abaixo? É o fundo do blog. Sempre soube que iria usar essa foto. É de um teto do Red Fort.

Na saída, nos deparamos com um grupo de turistas budistas cantando um Mantra da sua religião. Foi muito inesquecível esse momento, tenho tudo filmado, depois coloco aqui.

Mulheres indianas, muito coloridas, alegres, adorei esse astral. Esse povo é muito feliz!

Gostaram da Parte I? É tão linda a Índia né? Que saudade!

jun
18

Brilho de dia!

O post de hoje mostra que a “Era” do brilho ser usado somente a noite, já era! A minha blusa de paetê tem um brilho bem discreto, eu sei, mas não deixa de ser uma blusa brilhosa. Já vi muita gente na loja (Produção) comentando que nunca teria coragem de usar uma blusa, saia ou casaco de paetê de dia, por isso resolvi abordar esse assunto. Ficou super informal e nada “chique” demais para o dia né? O óculos estilo wayfarer da Burberry deixou o look ainda mais informal. O short jeans quebrou a idéia careta que o casaco poderia dar. Enfim, gostam do resultado?

Blusa, casaco e short jeans Produção.

Sapatilha e bolsa CHANEL.

Óculos Burberry. 

Lenço comprado na Índia.